Capítulo XIII. De um dia ruim
Eu sou o poema torto e sem métrica,
o contra-senso da estética,
a falta de limites e a tristeza,
Ao inverso, a beleza, de lágrimas num rosto.
Que falta que faz o teu perfume,
Teu amor, o teu lume,
teus defeitos e certezas,
tua voz, e a leveza, de um sabor sem fim;
Traz amor, traz de volta o meu peito,
pois pra mim o defeito,
jaz em dias atrás;
Repete, só mais uma vez no meu ouvido,
daquele doce ruído,
De quem ama demais.
Hoje, são 27 de Agosto.
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Momento diarinho:
e me corta.
engasga.
acelera.
Pois como diz o doutor, é emocional.
o contra-senso da estética,
a falta de limites e a tristeza,
Ao inverso, a beleza, de lágrimas num rosto.
Que falta que faz o teu perfume,
Teu amor, o teu lume,
teus defeitos e certezas,
tua voz, e a leveza, de um sabor sem fim;
Traz amor, traz de volta o meu peito,
pois pra mim o defeito,
jaz em dias atrás;
Repete, só mais uma vez no meu ouvido,
daquele doce ruído,
De quem ama demais.
Hoje, são 27 de Agosto.
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Momento diarinho:
e me corta.
engasga.
acelera.
Pois como diz o doutor, é emocional.

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