29.8.06

Capítulo XIII.Em carne viva.

Loucura,
é o que diz o meu nome,
com fome do ópio,
ou da droga da vez

Pendura; retratos e vidas,
Coleciona feridas,
memórias e histórias,
Para um dia contar;

Sentir então,
orgulho das lápides,
por onde passou.

Admirando-se; das marcas,
do crivo, e das falas,
que muito bem ensaiou.

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Momento diarinho:
-Ferida aberta.
-Sufoca. Com todo gosto.
-Sem magia por hoje, o sangue sai pela manhã.
-16 exames vem aí.
-Bernardo morreu algum tempo atrás, mas demorou pra perceber.

2 Comments:

Anonymous Laís said...

Adorei o poema..já quase o reconheco facilmente pelas suas palavras, mas perceba que tb q o Bernardo precisa urgentemente ressuscitar. beijos

11:45 AM  
Blogger Aya said...

Já disse, odeio Clóvis's.

12:26 PM  

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