Capítulo XIII.Espelhos
Lago do sono, da abulia minha,
De ignoto suspiro, de amor, lisergia,
Da memória, o espinho,
Do luto, um adeus.
No silêncio, sou grito,
Sobre a cama sou teu,
Sou lácrima, dispersa,
Sob um rosto sofrido,
Do segredo,
a libido,
Que se salta quão-mais.
E se os espelhos negam da própria imagem,
Porque caminho eu até miragem,
De passados, futuros e incertezas?
De ignoto suspiro, de amor, lisergia,
Da memória, o espinho,
Do luto, um adeus.
No silêncio, sou grito,
Sobre a cama sou teu,
Sou lácrima, dispersa,
Sob um rosto sofrido,
Do segredo,
a libido,
Que se salta quão-mais.
E se os espelhos negam da própria imagem,
Porque caminho eu até miragem,
De passados, futuros e incertezas?

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