27.9.06

Capítulo XIII. Súbito-consciente-lascivo-liberal.

E eu,
que sou apoteose viciada,
labuto de meus anseios,
na necessidade nula,
do próprio
Eu.
Que repetidamente convalida o fátuo,
procrastinando, vida- ato,
Dos meus fados falsos,
e do pseudo-lato,
senti(n)do que tu me tinhas.

Bernardo, primaveras de 2006 (?)
-e colha as flores secas e despetaladas daquilo que abandonaste.
-até que a morte os separe.

2 Comments:

Blogger T. ZAMBI said...

e esses poemas bons?

pra que isso tudo?

isso é um blog, não é?

abraço tomaz!!

10:11 PM  
Blogger solidão said...

pois é...

8:25 AM  

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