Capítulo XIII. Súbito-consciente-lascivo-liberal.
E eu,
que sou apoteose viciada,
labuto de meus anseios,
na necessidade nula,
do próprio
Eu.
Que repetidamente convalida o fátuo,
procrastinando, vida- ato,
Dos meus fados falsos,
e do pseudo-lato,
senti(n)do que tu me tinhas.
Bernardo, primaveras de 2006 (?)
-e colha as flores secas e despetaladas daquilo que abandonaste.
-até que a morte os separe.
que sou apoteose viciada,
labuto de meus anseios,
na necessidade nula,
do próprio
Eu.
Que repetidamente convalida o fátuo,
procrastinando, vida- ato,
Dos meus fados falsos,
e do pseudo-lato,
senti(n)do que tu me tinhas.
Bernardo, primaveras de 2006 (?)
-e colha as flores secas e despetaladas daquilo que abandonaste.
-até que a morte os separe.

2 Comments:
e esses poemas bons?
pra que isso tudo?
isso é um blog, não é?
abraço tomaz!!
pois é...
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